Avançado Centro
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
A imprensa...
Público: "Não há nenhum país da Europa a cobrar pelo ensino obrigatório"
Económico: "Só em Portugal e na Suécia o Estado paga a Educação a 100%"
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=2918836&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA
http://economico.sapo.pt/noticias/so-em-portugal-e-na-suecia-o-estado-paga-a-educacao-a-100_157493.html
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Cooperação à Portuguesa
O ministro das Finanças também adiantou que não se pode ver esta transferência dos ordenados dos trabalhadores para os detentores do capital como uma guerra de classes. E isto, disse Gaspar, porque as empresas são locais de cooperação entre funcionários e empregadores, e esta polémica medida irá servir para melhorar a competitividade das empresas.
no "i"
Com tanta cooperação, as empresas que estão em dificuldades não podem negociar reduções salariais diretamente com os trabalhadores? Claro que isso implica provar-lhes que estão mesmo em dificuldades.
domingo, 22 de janeiro de 2012
O pobre Cavaco
Um jornalista perguntou a Cavaco Silva se ia abdicar dos 13º e 14º mês da sua reforma do Banco de Portugal.
Ao responder, Cavaco Silva queixou-se de que vai receber uma reforma de 1300€ por mês pelo seu trabalho como professor. "Não sei se ouviu bem 1300 euros por mês", repetiu. A isto soma-se o que vai receber do fundo de pensões do Banco de Portugal, que parece que é entre 4000€ e 6000€ por mês.
Fazendo as contas, chega-se à conclusão de que o presidente Cavaco vai receber, pelo menos, 5300€ por mês. Esta pensão miserável é só 13 vezes o valor da pensão média em Portugal, de 397€. Ou seja, o reformado Português médio tem que viver um ano com o que não chega para um mês de despesas de Cavaco Silva. Ainda bem que temos o presidente para nos alertar para os problemas graves do país, como a pobreza dos mais idosos.
Ao responder, Cavaco Silva queixou-se de que vai receber uma reforma de 1300€ por mês pelo seu trabalho como professor. "Não sei se ouviu bem 1300 euros por mês", repetiu. A isto soma-se o que vai receber do fundo de pensões do Banco de Portugal, que parece que é entre 4000€ e 6000€ por mês.
Fazendo as contas, chega-se à conclusão de que o presidente Cavaco vai receber, pelo menos, 5300€ por mês. Esta pensão miserável é só 13 vezes o valor da pensão média em Portugal, de 397€. Ou seja, o reformado Português médio tem que viver um ano com o que não chega para um mês de despesas de Cavaco Silva. Ainda bem que temos o presidente para nos alertar para os problemas graves do país, como a pobreza dos mais idosos.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Coisa básica de que toda a gente se parece esquecer
As empresas em risco de falir e causar desemprego podem negociar os salários e tempo de trabalho diretamente com os seus trabalhadores. Como ninguém quer ficar desempregado, está no interesse dos trabalhadores negociar, desde que lhes mostrem que é mesmo esse o único caminho.
Os trabalhadores de empresas produtivas e lucrativas não têm nada que ser esmifrados com a ajuda do Estado. Portugal já tem das maiores desigualdades salariais da Europa.
Isto a propósito desta "entrevista", para que o Ladrões de Bicicletas chama a atenção.
Os trabalhadores de empresas produtivas e lucrativas não têm nada que ser esmifrados com a ajuda do Estado. Portugal já tem das maiores desigualdades salariais da Europa.
Isto a propósito desta "entrevista", para que o Ladrões de Bicicletas chama a atenção.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Governo novo, vida mais ou menos na mesma (parte 3)
13 de Julho de 2011: "Passos Coelho quer cultura de exigência nas nomeações"
" (...) a nomeação para cargos da administração pública deve ser feita, segundo Passos Coelho, tendo como base a capacidade dos candidatos, independentemente das filiações partidárias de qualquer um deles."
10 de Outubro de 2012: "Autarcas do PSD e do CDS nomeados para a Águas de Portugal"
"O gabinete de imprensa não teceu qualquer comentário ao facto de as nomeações poderem ser encaradas como políticas (...)"
" (...) a nomeação para cargos da administração pública deve ser feita, segundo Passos Coelho, tendo como base a capacidade dos candidatos, independentemente das filiações partidárias de qualquer um deles."
10 de Outubro de 2012: "Autarcas do PSD e do CDS nomeados para a Águas de Portugal"
"O gabinete de imprensa não teceu qualquer comentário ao facto de as nomeações poderem ser encaradas como políticas (...)"
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Produtividade
Mais meia hora de trabalho, menos 4 feriados e agora menos 3 dias de férias.
Se a ideia é aumentar a produtividade, não era preferível tentar meter os 12% de desempregados a produzir?
Se a ideia é aumentar a produtividade, não era preferível tentar meter os 12% de desempregados a produzir?
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Aprender depressa
"Próximo ano irá marcar o fim da crise", diz Álvaro Santos Pereira
O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, afirmou hoje que o próximo ano "irá marcar o fim da crise" e permitirá a Portugal retomar o crescimento da economia.
Segundo afirmou, "2012 será um ano determinante para Portugal e para a economia portuguesa", pois "certamente irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento de 2013 e 2014."
Nesta fase do campeonato, nem o ministro da Economia nem ninguém sabe se a crise acaba em 2012 ou não. Então porque é que faz afirmações destas, ainda por cima sendo ele um dos "não-políticos" deste governo?
Claro que também pode ter sido o jornal a distorcer o que ele disse.
O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, afirmou hoje que o próximo ano "irá marcar o fim da crise" e permitirá a Portugal retomar o crescimento da economia.
Segundo afirmou, "2012 será um ano determinante para Portugal e para a economia portuguesa", pois "certamente irá marcar o fim da crise e será o ano da retoma para o crescimento de 2013 e 2014."
Nesta fase do campeonato, nem o ministro da Economia nem ninguém sabe se a crise acaba em 2012 ou não. Então porque é que faz afirmações destas, ainda por cima sendo ele um dos "não-políticos" deste governo?
Claro que também pode ter sido o jornal a distorcer o que ele disse.
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